AirPoint
Política de transparência

Como a AirPoint ganha dinheiro.

A AirPoint tem dois canais de monetização desenhados para não conflitar: o Tom (plano pago) e o blog (afiliados editoriais curados). Esta página explica como cada um funciona, o que aceitamos, o que recusamos, e por quê.

1. O Tom (plano pago): produto principal

O Tom é o agente de IA da AirPoint. No WhatsApp ele vem com o Passaporte AirPoint: R$ 592,80 por 12 meses, com renovação automática e cancelamento quando quiser. É a fonte principal de receita da empresa.

Quando o Tom recomenda algo para você, a AirPoint não recebe nada do parceiro recomendado. Não há comissão de banco, programa de pontos ou cia aérea sobre as decisões que o Tom te ajuda a tomar. Você paga pelo plano e recebe recomendação pensada no seu retorno em pontos, e não no que rende mais comissão para a gente.

Esse desenho é fundamental. É o que sustenta a confiança no Tom como copiloto, e não como vendedor.

2. O blog (afiliados editoriais): receita complementar

O blog editorial da AirPoint é gratuito e pode conter links de afiliação. Quando você clica em um link afiliado e contrata o produto, a AirPoint pode receber uma comissão do parceiro, sem custo adicional para você.

Essa receita complementar permite manter o blog gratuito, sustentar o trabalho editorial e, principalmente, subsidiar o modelo freemium do Tom, abrindo camadas gratuitas mais generosas para quem está começando.

Sempre que um post contiver link afiliado, isso está declarado no início e no fim do post. Sem letra miúda.

3. Regras de curadoria de afiliados

Para um produto virar parceiro afiliado da AirPoint, ele precisa passar nos três critérios abaixo, sem exceção:

  • Útil para o leitor brasileiro. Resolve um problema real que aparece no editorial. Exemplo: seguro de viagem para quem sai de GRU para a Europa.
  • Operação saudável. Empresa com Reclame Aqui aceitável, prazos honestos, atendimento funcional. Comissão alta não compensa produto ruim.
  • Não compete com o Tom. OTAs revendedoras de milhas e marketplaces de "compra de pontos descontados" estão fora, porque elas competem com o que o Tom faz, e a AirPoint não tem como recomendar com clareza um lado e ganhar comissão do outro.

Se um produto deixa de cumprir algum critério (Reclame Aqui despenca, parceria muda termos), saímos da parceria, mesmo que o blog perca receita.

4. O que NÃO aceitamos

Para deixar explícito, aqui está o que não vai aparecer em nenhuma superfície da AirPoint, mesmo se a comissão fosse alta:

  • Agências e sites que revendem milhas. A AirPoint não compra, não vende e não intermedia milhas.
  • Cursos de "ganhe milhas grátis" ou esquemas que prometem retorno garantido. Não existe.
  • Bancos digitais com práticas predatórias. Mesmo que paguem alto pelo lead.
  • Produtos que o Tom não recomendaria para você. Se o Tom não recomenda, o blog não promove.

5. Como o Tom interage com afiliados

Quando o Tom faz uma recomendação que coincide com um produto afiliado da AirPoint, ele pode oferecer o link para você como conveniência, sempre declarando que é afiliado.

A regra-mestre do Tom: a recomendação vem primeiro, o link de afiliado vem depois (se vier). Em nenhum cenário o Tom vai recomendar produto X em vez do produto Y porque X tem afiliação. A decisão é sempre pela qualidade para você.

6. Parceiros atuais

A AirPoint está em fase de validação editorial e ainda não fechou parcerias de afiliação ativas. Esta seção será atualizada conforme parcerias forem entrando, com lista pública dos parceiros vigentes e categoria.

Última atualização: 30 de setembro de 2026.

7. Dúvidas, sugestões, denúncias

Se você acha que estamos descumprindo alguma dessas regras, ou tem sugestão de produto que deveria ou não deveria estar na curadoria, fale com a gente pelo e-mail contato@airpoint.ai.